Mas balançou a
cabaça: tinha um trem dentro, um ferro, o que me deu desgosto; taco de ferro,
sem serventia, só para produzir gastura na gente. — “Bota isso fora, Diadorim!”
— Ele não contestou, e me olhou de um hesitado jeito, que se eu tivesse falado
causa impossível. Em tal, guardou o pedaço de ferro na algibeira. E ficava
toda-a-vida com a cabaça nas mãos, era uma cabaça baiana fabricada, desenhada
de capricho, mas que agora sendo para nojo.